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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Justiça determina recuperação de viaduto
Poupança
| 02/11:0,5941% 03/11:0,5959% 04/11:0,6140% 05/11:0,5919% 06/11:0,5849% 07/11:0,5421% 08/11:0,5370% 09/11:0,5690% 10/11:0,6065% 11/11:0,6009% Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=33&Caderno=0&Noticia=355442 |
INCC-M (FGV)
| Últimos 2 meses divulgados Outubro: 0,20% Setembro: 0,14% Acumulado 12 meses: 7,7% Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=33&Caderno=0&Noticia=355435 |
PPA prevê R$ 18 bilhões para sedes da copa
Agência Estado
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou hoje o parecer preliminar do senador Walter Pinheiro (PT-BA) ao Plano Plurianual 2012-2015. O PPA estabelece os projetos e os programas de longa duração do governo federal. Está no texto a previsão de gastos de R$ 18 bilhões em mobilidade urbana nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo e a duplicação da capacidade dos principais aeroportos brasileiros.
Com a aprovação será aberto agora o prazo de emendas ao PPA. Nesta fase as bancadas, as comissões temáticas do Congresso e os deputados e senadores poderão sugerir mudanças no texto. Segundo o vice-líder do governo, Gilmar Machado (PT-MG), o PPA está sendo conduzido de forma conjunta ao Orçamento do próximo ano. Em ambos os casos não há previsão para reajuste de pessoal, como o reivindicado pelo Judiciário, mas está aberta a possibilidade de atender a essas demandas em etapas posteriores da tramitação.
O PPA prevê gastos de R$ 1,4 trilhão na Previdência Social até 2015 e mais R$ 316,7 bilhões no Sistema Único de Saúde. O Plano Brasil sem Miséria deve receber R$ 20 bilhões por ano, considerando-se a ampliação do Bolsa Família para mais 800 mil famílias. Atualmente são 13 milhões de famílias atendidas.
Na área de infraestrutura a maior fatia dos recursos vai para as ações de moradia popular, em especial com o programa Minha Casa, Minha Vida, que receberá R$ 389,7 bilhões. A previsão é construir mais dois milhões de moradias até o fim do atual governo. A área de petróleo e gás receberá R$ 227,7 bilhões, sendo que a estimativa do projeto é de que, nos próximos quatro anos, o País esteja produzindo 3,1 milhão de barris por dia.
O PPA traz ainda como meta para o governo a ampliação do investimento de 18% para 22,4% do PIB. Dos recursos previstos para a organização do Estado, que totalizam R$ 60,5 bilhões, a maior parte vai para a Política Nacional de Defesa, que fica com R$ 52,8 bilhões, destinados à manutenção e ampliação da capacidade de operação das Forças Armadas.
Prefeitura inicia nova etapa de gestão
A modernização da gestão da cidade visando a qualificação dos serviços prestados foi o tema do evento realizado na tarde desta terça-feira (1), no Paço Municipal. O prefeito José Fortunati, o presidente do Conselho Superior do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), Jorge Gerdau Johannpeter, o presidente do Conselho Diretor da Qualidade RS - PGQP, Ricardo Felizzola, e o diretor-presidente do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Erik Camarano, além de empresários e entidades locais assistiram à apresentação, feita pela coordenadora do Gabinete de Planejamento Estratégico Izabel Matte, dos resultados obtidos na primeira fase do programa e o que está sendo projetado para a fase dois que está sendo implantada na prefeitura.
Para Fortunati, a cooperação entre a iniciativa privada e serviço público mostra uma quebra de paradigmas. "Vínhamos em um período de pouco diálogo entre os dois setores. Mas temos comprovado, desde 2005, que a parceria e a união de forças tem apresentado resultados importantes na qualificação dos serviços para a população da Capital", destacou o prefeito.
Segundo Gerdau, os resultados obtidos pela prefeitura demonstram um avanço de modernização e qualidade. "Fico feliz de assistir a essa apresentação e ver que a nossa cidade está firme nesta parceria de resultados para todos", afirmou o representante do PGQP.
Para a segunda fase estão em foco quatro diretrizes: qualificação dos processos de gestão na área da saúde, eficiência e agilidade nos projetos de preparação da cidade para a Copa do Mundo, modernização do sistema de indicadores de desempenho dos programas estratégicos e investimento no desenvolvimento de perfis de competências do servidor. "Vamos continuar avançando com essas frentes de trabalho, utilizando as ferramentas que forem adequadas à gestão pública", disse Izabel.
Durante o evento, foi aberto para assinatura dos empresários o termo de adesão à segunda fase do projeto de qualidade. Nesta etapa, a prefeitura entra com recursos para custear dois terços do projeto e a iniciativa privada investe a terceira parte.
Brasil sobe no ranking de desenvolvimento
Agência Estado
O Brasil subiu uma posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado nesta quarta-feira (2) pelas Nações Unidas. O País ocupa agora a 84ª posição, estando entre os países de Alto Desenvolvimento Humano, com um índice de 0,718. Na América Latina, o País aparece em 20º lugar entre 40 nações.
Desde 1996, o Brasil cresceu quatro posições no ranking. Nesse avanço, passou de um País de médio para alto IDH. No entanto, a evolução do índice diminuiu na última década. Entre 1980 e 2011, o IDH brasileiro aumentou por ano 0,86. Nos últimos 10 anos, baixou para 0,69 ao ano. A queda da velocidade mostra, principalmente, que o País chegou em um estágio onde os avanços já são mais difíceis, mais demorados e requerem mais investimento para alcançar os mais pobres entre os pobres.
Os dados do IDH 2011 mostram que a renda ainda é o principal ponto fraco brasileiro. Em um ranking que levasse em conta apenas o Produto Interno Bruto (PIB) per Capita, o País cairia sete posições. Desde 1980, a renda brasileira subiu 40%, chegando a US$ 10.162 PPP (paridade por poder de compra, uma medida internacional usada para permitir comparação entre as diferentes moedas). Ainda assim, é inferior a de países com situação semelhante no IDH, como a Turquia e a Rússia.
É a expectativa de vida, de 73,5 anos, o quesito em que o Brasil tem a melhor situação. A educação, medida pelos anos de escolaridade da população, também cresceu na última década, chegando a 7,2 anos. No entanto, é ainda muito inferior ao Chile (9,7 anos) e a Argentina (9,3 anos), únicos países da América do Sul considerados de Muito Alto IDH.
Apesar de também ter reduzido consideravelmente a desigualdade social na última década, os índices brasileiros ainda são diretamente afetados pela disparidade entre a população mais rica e a mais pobre, especialmente a diferença de renda. O País cairia 13 posições no ranking se a desigualdade fosse levada em conta - apenas sete países cairiam mais. O IDH seria de apenas 0,519. Inferior ao índice brasileiro de 1980, que era de 0,549. O índice de renda ajustado pela desigualdade seria de apenas 0,392. Países mais pobres, mas menos desiguais, como Marrocos e Vietnã estariam em uma situação melhor que o Brasil.
Desde 1996, o Brasil cresceu quatro posições no ranking. Nesse avanço, passou de um País de médio para alto IDH. No entanto, a evolução do índice diminuiu na última década. Entre 1980 e 2011, o IDH brasileiro aumentou por ano 0,86. Nos últimos 10 anos, baixou para 0,69 ao ano. A queda da velocidade mostra, principalmente, que o País chegou em um estágio onde os avanços já são mais difíceis, mais demorados e requerem mais investimento para alcançar os mais pobres entre os pobres.
Os dados do IDH 2011 mostram que a renda ainda é o principal ponto fraco brasileiro. Em um ranking que levasse em conta apenas o Produto Interno Bruto (PIB) per Capita, o País cairia sete posições. Desde 1980, a renda brasileira subiu 40%, chegando a US$ 10.162 PPP (paridade por poder de compra, uma medida internacional usada para permitir comparação entre as diferentes moedas). Ainda assim, é inferior a de países com situação semelhante no IDH, como a Turquia e a Rússia.
É a expectativa de vida, de 73,5 anos, o quesito em que o Brasil tem a melhor situação. A educação, medida pelos anos de escolaridade da população, também cresceu na última década, chegando a 7,2 anos. No entanto, é ainda muito inferior ao Chile (9,7 anos) e a Argentina (9,3 anos), únicos países da América do Sul considerados de Muito Alto IDH.
Apesar de também ter reduzido consideravelmente a desigualdade social na última década, os índices brasileiros ainda são diretamente afetados pela disparidade entre a população mais rica e a mais pobre, especialmente a diferença de renda. O País cairia 13 posições no ranking se a desigualdade fosse levada em conta - apenas sete países cairiam mais. O IDH seria de apenas 0,519. Inferior ao índice brasileiro de 1980, que era de 0,549. O índice de renda ajustado pela desigualdade seria de apenas 0,392. Países mais pobres, mas menos desiguais, como Marrocos e Vietnã estariam em uma situação melhor que o Brasil.
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=77592&fonte=capa
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