quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Linha do Catamarã deve ser expandida

 

Primeiros dias da travessia Porto Alegre-Guaíba por barco apresenta resultados positivos<br /><b>Crédito: </b> PEDRO REVILLION
Primeiros dias da travessia Porto Alegre-Guaíba por barco apresenta resultados positivos
Crédito: PEDRO REVILLION
 
A expansão da rota feita pelo barco Catamarã que desde a semana passada opera no trajeto Porto Alegre-Guaíba é uma possibilidade para o longo prazo. Isso porque a empresa CatSul, do grupo Ouro e Prata, quer consolidar a atual operação. Apenas no final de semana foram transportados mais de 5 mil passageiros, sendo que 2 mil tiveram de transferir suas viagens para uma outra oportunidade.

O diretor de Operações da CatSul, Carlos Bernoud, explica que existe o interesse no trajeto até o BarraShoppingSul, mas que ainda é só uma ideia. "Estamos focados na atual operação. Vamos consolidá-la e depois, em um outro momento, começaremos a discutir essa ideia", disse, ao ressaltar que a empresa ganhou licitação para operar na linha Porto Alegre-Guaíba.

Sobre a possibilidade de fazer a ligação fluvial também com a zona Sul da Capital, seria necessário uma nova licitação, uma vez que compete à EPTC regular o transporte municipal. Já a Metroplan regula o metropolitana.

Os primeiros dias de circulação do barco pelo Guaíba foram considerados positivos pelo diretor, e para não deixar ninguém sem transporte, mesmo que seja apenas pelo prazer do passeio, a empresa decidiu ampliar os horários na quarta-feira, feriado.

A travessia, feita de catamarã, leva cerca de 20 minutos. Resultado de um investimento de R$ 7 milhões por parte da empresa que tem a concessão para explorar o trajeto. O serviço conta com duas embarcações com assentos para 120 pessoas, mais espaços para cadeirantes e o transporte de bicicletas. A tarifa custa R$ 6,00, de segunda a sexta-feira, e R$ 7,00, nos sábados, domingos e feriados.

Justiça determina recuperação de viaduto

 

<br /><b>Crédito: </b> PEDRO REVILLION / CP MEMÓRIA

Crédito: PEDRO REVILLION / CP MEMÓRIA


A juíza de Direito Rosana Broglio Garbin, da 4 Vara da Fazenda Pública da Capital, decidiu que o Município de Porto Alegre terá nove meses para elaborar um projeto técnico para a restauração do Viaduto Otávio Rocha, no Centro. O prazo começará a contar a partir da data em que não for mais possível recurso da decisão, assinada ontem. Caso o prazo seja desrespeitado, há a previsão de multa diária de R$ 500,00 em favor do Fundo Estadual do Meio Ambiente. O trabalho deverá prever a retirada de elementos estranhos ao projeto original e contemplar, além de programa preventivo de segurança ostensiva e monitoramento eletrônico contínuo, a reestruturação das lojinhas existentes e do sistema de autorização de uso.

Poupança

 

02/11:0,5941%

03/11:0,5959%

04/11:0,6140%

05/11:0,5919%

06/11:0,5849%

07/11:0,5421%

08/11:0,5370%

09/11:0,5690%

10/11:0,6065%

11/11:0,6009%


Fonte:   http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=33&Caderno=0&Noticia=355442



INCC-M (FGV)

 

Últimos 2 meses divulgados

Outubro: 0,20%

Setembro: 0,14%

Acumulado 12 meses: 7,7%

Fonte:  http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=33&Caderno=0&Noticia=355435




PPA prevê R$ 18 bilhões para sedes da copa

Agência Estado

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou hoje o parecer preliminar do senador Walter Pinheiro (PT-BA) ao Plano Plurianual 2012-2015. O PPA estabelece os projetos e os programas de longa duração do governo federal. Está no texto a previsão de gastos de R$ 18 bilhões em mobilidade urbana nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo e a duplicação da capacidade dos principais aeroportos brasileiros.

Com a aprovação será aberto agora o prazo de emendas ao PPA. Nesta fase as bancadas, as comissões temáticas do Congresso e os deputados e senadores poderão sugerir mudanças no texto. Segundo o vice-líder do governo, Gilmar Machado (PT-MG), o PPA está sendo conduzido de forma conjunta ao Orçamento do próximo ano. Em ambos os casos não há previsão para reajuste de pessoal, como o reivindicado pelo Judiciário, mas está aberta a possibilidade de atender a essas demandas em etapas posteriores da tramitação.

O PPA prevê gastos de R$ 1,4 trilhão na Previdência Social até 2015 e mais R$ 316,7 bilhões no Sistema Único de Saúde. O Plano Brasil sem Miséria deve receber R$ 20 bilhões por ano, considerando-se a ampliação do Bolsa Família para mais 800 mil famílias. Atualmente são 13 milhões de famílias atendidas.

Na área de infraestrutura a maior fatia dos recursos vai para as ações de moradia popular, em especial com o programa Minha Casa, Minha Vida, que receberá R$ 389,7 bilhões. A previsão é construir mais dois milhões de moradias até o fim do atual governo. A área de petróleo e gás receberá R$ 227,7 bilhões, sendo que a estimativa do projeto é de que, nos próximos quatro anos, o País esteja produzindo 3,1 milhão de barris por dia.

O PPA traz ainda como meta para o governo a ampliação do investimento de 18% para 22,4% do PIB. Dos recursos previstos para a organização do Estado, que totalizam R$ 60,5 bilhões, a maior parte vai para a Política Nacional de Defesa, que fica com R$ 52,8 bilhões, destinados à manutenção e ampliação da capacidade de operação das Forças Armadas.

Prefeitura inicia nova etapa de gestão

LUCIANO LANES/PMPA/JC
Para Fortunati, cooperação com iniciativa privada mostra quebra de paradigmas
Para Fortunati, cooperação com iniciativa privada mostra quebra de paradigmas
 
A modernização da gestão da cidade visando a qualificação dos serviços prestados foi o tema do evento realizado na tarde desta terça-feira (1), no Paço Municipal. O prefeito José Fortunati, o presidente do Conselho Superior do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), Jorge Gerdau Johannpeter, o presidente do Conselho Diretor da Qualidade RS - PGQP, Ricardo Felizzola, e o diretor-presidente do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Erik Camarano, além de empresários e entidades locais assistiram à apresentação, feita pela coordenadora do Gabinete de Planejamento Estratégico Izabel Matte, dos resultados obtidos na primeira fase do programa e o que está sendo projetado para a fase dois que está sendo implantada na prefeitura.

Para Fortunati, a cooperação entre a iniciativa privada e serviço público mostra uma quebra de paradigmas. "Vínhamos em um período de pouco diálogo entre os dois setores. Mas temos comprovado, desde 2005, que a parceria e a união de forças tem apresentado resultados importantes na qualificação dos serviços para a população da Capital", destacou o prefeito.

Segundo Gerdau, os resultados obtidos pela prefeitura demonstram um avanço de modernização e qualidade. "Fico feliz de assistir a essa apresentação e ver que a nossa cidade está firme nesta parceria de resultados para todos", afirmou o representante do PGQP.

Para a segunda fase estão em foco quatro diretrizes: qualificação dos processos de gestão na área da saúde, eficiência e agilidade nos projetos de preparação da cidade para a Copa do Mundo, modernização do sistema de indicadores de desempenho dos programas estratégicos e investimento no desenvolvimento de perfis de competências do servidor. "Vamos continuar avançando com essas frentes de trabalho, utilizando as ferramentas que forem adequadas à gestão pública", disse Izabel.

Durante o evento, foi aberto para assinatura dos empresários o termo de adesão à segunda fase do projeto de qualidade. Nesta etapa, a prefeitura entra com recursos para custear dois terços do projeto e a iniciativa privada investe a terceira parte.

Brasil sobe no ranking de desenvolvimento

Agência Estado

O Brasil subiu uma posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado nesta quarta-feira (2) pelas Nações Unidas. O País ocupa agora a 84ª posição, estando entre os países de Alto Desenvolvimento Humano, com um índice de 0,718. Na América Latina, o País aparece em 20º lugar entre 40 nações.

Desde 1996, o Brasil cresceu quatro posições no ranking. Nesse avanço, passou de um País de médio para alto IDH. No entanto, a evolução do índice diminuiu na última década. Entre 1980 e 2011, o IDH brasileiro aumentou por ano 0,86. Nos últimos 10 anos, baixou para 0,69 ao ano. A queda da velocidade mostra, principalmente, que o País chegou em um estágio onde os avanços já são mais difíceis, mais demorados e requerem mais investimento para alcançar os mais pobres entre os pobres.

Os dados do IDH 2011 mostram que a renda ainda é o principal ponto fraco brasileiro. Em um ranking que levasse em conta apenas o Produto Interno Bruto (PIB) per Capita, o País cairia sete posições. Desde 1980, a renda brasileira subiu 40%, chegando a US$ 10.162 PPP (paridade por poder de compra, uma medida internacional usada para permitir comparação entre as diferentes moedas). Ainda assim, é inferior a de países com situação semelhante no IDH, como a Turquia e a Rússia.

É a expectativa de vida, de 73,5 anos, o quesito em que o Brasil tem a melhor situação. A educação, medida pelos anos de escolaridade da população, também cresceu na última década, chegando a 7,2 anos. No entanto, é ainda muito inferior ao Chile (9,7 anos) e a Argentina (9,3 anos), únicos países da América do Sul considerados de Muito Alto IDH.

Apesar de também ter reduzido consideravelmente a desigualdade social na última década, os índices brasileiros ainda são diretamente afetados pela disparidade entre a população mais rica e a mais pobre, especialmente a diferença de renda. O País cairia 13 posições no ranking se a desigualdade fosse levada em conta - apenas sete países cairiam mais. O IDH seria de apenas 0,519. Inferior ao índice brasileiro de 1980, que era de 0,549. O índice de renda ajustado pela desigualdade seria de apenas 0,392. Países mais pobres, mas menos desiguais, como Marrocos e Vietnã estariam em uma situação melhor que o Brasil.

Fonte:  http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=77592&fonte=capa