sábado, 29 de dezembro de 2012

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Impostômetro atinge marca de R$ 1,5 trilhões em 2012



O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingiu no início da noite desta sexta-feira (28), por volta das 19h, a marca de R$ 1,5 trilhão em tributos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano. Em comparação com o ano passado, o painel chegou a essa marca com um dia de vantagem. Em 2011, esse valor foi atingido no dia 29 de dezembro.

À meia-noite do dia 31 de dezembro, os tributos devem chegar à marca de R$ 1,556 trilhão, informa a ACSP. O valor representa uma alta de 2,91% na comparação com a mesma data de 2011, quando o Impostômetro marcou R$ 1,512 trilhão. A evolução do recolhimento dos tributos no ano pode ser acompanhada pelo site www.impostometro.com.br.
 
 

União publica recuperação escalonada do IPI de carros, linha branca e móveis



Agência Brasil

O decreto presidencial 7.879, publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (28), confirma informação antecipada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na comercialização de carros, produtos da linha branca (geladeiras, fogões e outros) e móveis será menor a partir de janeiro.

Carro com motor até 1.0, por exemplo, que está com a alíquota de IPI zerada, vai recolher 2% de janeiro a março e 3,5% de abril a julho. Automóvel com motor flex de 1.0 a 2.0, que tem alíquota de 5,5%, vai aumentar para 7% no primeiro trimestre e para 9% no segundo trimestre; e carro de igual potência, movido a gasolina, que hoje paga 6,5%, será majorado para 8% e 10% para os veículos 1.0 e 2.0, respectivamente.

A intenção é retomar a cobrança das alíquotas normais, de antes da desoneração, a partir de julho, com exceção da comercialização de caminhões, que continua com alíquota zero, de acordo com Fernando Meireles, coordenador-geral de Tributação da Receita Federal do Brasil (RFB).
 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Píer do catamarã na zona Sul fica pronto em janeiro


Após liberação da Marinha, atracadouro em frente ao BarraShoppingSul já poderá ser utilizado pelos passageiros

JOÃO MATTOS/JC
Terminal com 30 metros dentro do lago atenderá 500 passageiros
Terminal com 30 metros dentro do lago atenderá 500 passageiros
 
 
Em 20 dias estará pronto o novo atracadouro do catamarã, localizado em frente ao BarraShoppingSul, em Porto Alegre. Esse ponto de partida e chegada das duas embarcações existentes representará um aumento inicial de 500 passageiros diários para o transporte, que já desloca duas mil pessoas por dia. Para que as viagens se iniciem no local, falta também uma liberação da Marinha, que deve ser emitida até o final de janeiro, segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). A autorização diz respeito à trafegabilidade nas águas do lago. Atualmente, o catamarã possui duas paradas - uma no Cais Mauá, também na Capital, e outra no município de Guaíba.

“A construção do píer, que possui extensão de 30 metros para dentro do lago Guaíba, está em sua fase final. A obra é uma parceria entre a CatSul, que opera o sistema, e a Multiplan, administradora do shopping, que se beneficiará com o fluxo de pessoas que se deslocarão de Guaíba para o estabelecimento”, explica o diretor de operação da CatSul, Carlos Bernaud. De acordo com ele, serão realizadas oito novas viagens diárias para atender à demanda, com duração de oito minutos para ambos os sentidos, pois o shopping fica localizado na metade do trajeto entre Guaíba e a Capital.

“As oito viagens são para avaliar a quantidade de passageiros que utilizarão o píer. Se necessário, ampliaremos o número. Atualmente, o catamarã tem 30 horários de partida diários”, ressalta Bernaud. Para o diretor, após 60 dias do início do serviço já será possível fazer uma análise da receptividade do novo terminal. A assessoria da CatSul informa que o local para a venda das passagens ainda não foi definido, podendo ser feito em um posto construído junto ao píer ou dentro do shopping. A tarifa será de R$ 5,00 da zona Sul ao Centro da Capital e de R$ 7,25 até Guaíba.

No dia 31 de outubro, o modal completou um ano com a marca de 700 mil pessoas transportadas. Nesses 12 meses, apenas um atraso de quatro minutos foi constatado, o que trouxe confiabilidade ao serviço, principalmente para o trabalhador que cruza o trecho diariamente.
 
 

Linha da Pequena Empresa formaliza 615 negócios em 2012 em Porto Alegre


Mauro Belo Schneider

FREDY VIEIRA/JC
Serviço em ônibus da Carris volta a funcionar apenas em 2013 nos bairros
Serviço em ônibus da Carris volta a funcionar apenas em 2013 nos bairros
 
 
Ter um negócio próprio, com nota fiscal e tudo, não demanda mais tanta burocracia. Um ônibus do Sebrae, em parceria com a Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), que circula pelos bairros de Porto Alegre, permite que gaúchos saiam da irregularidade com um investimento baixo. Essa é uma prática pioneira no País.
André Martinelli, técnico de atendimento da Linha da Pequena Empresa - adaptada a um ônibus da empresa pública de transporte coletivo Carris -, diz que os líderes na procura por formalização são os popularmente conhecidos como sacoleiros. Ou seja, ambulantes que comercializam roupas. Em seguida, aparecem prestadores de serviços como: eletricistas, cabeleireiros, pedreiros, encanadores e pintores.
QUEM BUSCA A FORMALIZAÇÃO
Emerson Barbosa Correa, feirante, 30 anos Emerson vende salgados em feiras há quatro anos. Após deixar o trabalho com carteira assinada, analisou as condições do Empreendedor Individual e percebeu que teria acesso a direitos de um trabalhador assalariado através do projeto.
Júlio Barbosa, 27 anos, administrador Júlio quis começar um negócio sem custos. Diz que o grande problema para começar uma empresa é a questão financeira. Ele comercializa mateiras, porta-espetos e outros artigos da cultura gaúcha.
Mário César Barbosa, 50 anos, serralheiro Morador de Alvorada, Mário quis se formalizar pelas garantias em relação a acidentes de trabalho. Ele trabalha com serralheria, cortes de vidro e aberturas em alumínio. Tentou se formalizar em 1982, mas nunca concluiu o processo devido aos custos.

Dependendo da atividade, o profissional já sai com toda a papelada pronta da Linha e pode trabalhar tranquilo, sem nenhum custo imediato para isso. “Se é comércio com local fixo, tem de se fazer uma pesquisa na prefeitura para liberar o alvará, é preciso ir até a Smic”, explica ele, enquanto tirava dúvidas do público em frente ao Olímpico, no bairro Medianeira.
O valor máximo que o Empreendedor Individual paga é de R$ 37,10 por mês. Como benefício, ele tem direito a auxílio-doença, aposentadoria, salário-maternindade, pensão por morte, entre outros.
Foi justamente em busca de benefícios que o serralheiro de Alvorada Mário César Flôres Barbosa, 50 anos, decidiu se inscrever na categoria no último dia de atividade do ônibus no ano, em 12 de dezembro. Acompanhado do filho Júlio Barbosa, 27 anos, que já é um microempreendedor, Mário concluiu um processo iniciado na década de 1980. "Eu já tinha tentado me formalizar, mas os custos eram muito altos", conta ele.
O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/RS, Vitor Augusto Koch, diz que os resultados obtidos em Porto Alegre estão inspirando outros municípios a implementarem a iniciativa. “Um exemplo é Caxias do Sul, que irá iniciar os atendimentos em 14 bairros da cidade, em fevereiro de 2013”, comentou, em nota para a imprensa.
Para o presidente, o sucesso da Linha da Pequena Empresa em Porto Alegre é resultado da união de esforços e acrescenta: “Desta forma estamos facilitando o acesso dos empreendedores aos serviços que a entidade oferece, além de estimular que mais profissionais atuem na formalidade”.

Serviços regulamentados por lei que necessitem de nível superior não se enquadram na figura do Empreendedor Individual. É o caso de médicos, dentistas, enfermeiros e advogados, por exemplo.
A Linha da Pequena Empresa, que está em atividade na Capital desde abril de 2011, encerrou as atividades este mês e retorna no dia 14 de janeiro de 2013, estacionando na Zona Norte. Só em 2012, foram formalizados 615 negócios no veículo – em 2011 havia sido 597. Além disso, mais de 3,7 mil empreendedores e candidatos a empresário foram atendidos pela Linha no período. Desde o início do projeto, 7.189 pessoas buscaram orientações.
Os bairros percorridos pelo ônibus em 2012 foram: Agronomia, Anchieta, Arquipélago, Belém Novo, Bom Fim, Bom Jesus, Centro, Chácara das Pedras, Cidade Baixa, Espírito Santo, Farroupilha, Floresta, Humaitá, IAPI, Jardim Itú Sabará, Jardim Leopoldina, Lami, Lomba do Pinheiro, Marcílio Dias, Mário Quintana, Medianeira, Navegantes, Parque dos Maias, Partenon, Ponta Grossa, Praia de Belas, Restinga, Rubem Berta, Santa Teresa, Santana, São José, São Sebastião, Sarandi - Porto Seco, Tristeza, Vila Ipiranga, Vila João Pessoa, Vila Nova e Vila Santa Rosa.

Arte de Carlos Eduardo S. Van Ondheusden





 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Comprometimento de renda com dívida cai pelo 3º mês



Agência Estado


O comprometimento da renda dos brasileiros com o pagamento de dívidas bancárias recuou em outubro pelo terceiro mês consecutivo, segundo dados do Banco Central. Naquele mês, as famílias gastavam o equivalente a 21,50% da sua renda mensal com o pagamento de prestações, ante 21,94% em setembro. O resultado de outubro é o menor desde julho de 2011, quando estava em 21,38%.

Segundo o BC, 7,48% da renda foi utilizada para pagar os juros das dívidas e 14,02% para abater o valor total dos empréstimos em outubro. Os dados mostram ainda que a dívida dos brasileiros com o sistema bancário equivalia em outubro a 44,53% da sua renda anual, maior porcentual da série histórica iniciada em janeiro de 2005. No mês anterior, o endividamento estava em 44,47%.

O BC vem afirmando que grande parte desse endividamento se refere ao crédito imobiliário, que é uma dívida de longo prazo e com baixa inadimplência. Isso também significa, segundo a instituição, que há substituição, muitas vezes, do pagamento de aluguel pela prestação da casa própria.

Se forem excluídas as operações habitacionais, o endividamento total cai para 30,94% em outubro, menor porcentual desde dezembro de 2011 (30,92%). Já o pagamento mensal das prestações sem o crédito imobiliário fica praticamente no mesmo nível, em 20,16%.

Fonte:  http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=112163

Caixa registra recorde de R$ 101 bilhões em crédito para casa própria



Montante é 33,8% superior comparado ao ano passado e banco projeta R$ 120 bilhões em 2013


A concessão de crédito pela Caixa Econômica Federal (CEF) para a compra da casa própria bateu recorde em 2012. Segundo dados divulgados pelo banco, o volume de empréstimos imobiliários atingiu R$ 101 bilhões até a última sexta-feira, montante 33,8% maior que no mesmo período do ano passado, quando as contratações tinham somado R$ 75,4 bilhões.

De acordo com o banco, o volume superou a expectativa de financiamento imobiliário para 2012. Para o próximo ano, a Caixa projeta que as contratações continuem crescendo, até chegarem a R$ 120 bilhões.

Do total de crédito para a casa própria concedido pela Caixa em 2012, R$ 44,95 bilhões vieram do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que destina parte dos depósitos da caderneta de poupança para empréstimos imobiliários. O banco registrou R$ 38,7 bilhões de crédito com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 17,36 com verbas do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e de demais fontes.

No próximo ano, a Caixa promete reduzir a burocracia nos empréstimos para a casa própria por meio de uma nova empresa que processará as operações de crédito imobiliárias. A subsidiária oferecerá financiamentos 24 horas por dia, sete dias por semana, levando as propostas e os contratos diretamente aos clientes. A processadora também enviará aos mutuários os dados dos processos em tempo real, pela internet e pelo celular, permitindo que informações e documentos complementares sejam mandados por esses canais.

A criação da empresa processadora de crédito imobiliário foi anunciada pelo banco em agosto. Além da Caixapar, braço de investimentos da Caixa, a nova empresa tem como acionistas a empresa de informática IBM e a Fundação dos Economiários Federais (Funcef).


Fonte:   http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=481736