terça-feira, 31 de julho de 2012

IGP-M acelera para 1,34%


Commodities influenciam alta de julho, significativa frente ao índice de 0,66% registrado em junho

 Indicador apurado pela Fundação Getulio Vargas é usado no reajuste de contratos de aluguel de imóveis<br /><b>Crédito: </b>  alexandre mendez / cp memória
Indicador apurado pela Fundação Getulio Vargas é usado no reajuste de contratos de aluguel de imóveis
Crédito: alexandre mendez / cp memória 
      

São Paulo - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) variou 1,34% em julho, taxa superior à registrada em junho, de 0,66%. Em julho de 2011, ao contrário, houve deflação de 0,12%. A variação acumulada no ano até este mês é de 4,57%. Em 12 meses, o índice acumula elevação de 6,67%. Os três componentes do IGP-M apresentaram as seguintes trajetórias na passagem de junho para julho: IPA de 0,74% para 1,81%, IPC de 0,17% para 0,25% e INCC de 1,31% para 0,85%.

A alta de 1,34% do IGP-M de julho foi impulsionada por reajustes de commodities e combustível e, segundo o coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, tem caráter pontual. De acordo com ele, no curto prazo o índice deve desacelerar gradativamente, ainda com participação de itens como o diesel, que só teve parte do reajuste repassada. O IGP-M é utilizado no reajuste de contratos de aluguel. "A disparada este mês foi pontual", garantiu. Soja e derivados foram responsáveis por 1,09 ponto da alta de 1,81% em julho do Índice de Preços ao Produtor Amplo - Mercado (IPA), um dos indicadores que compõem o IGP-M.

"Se considerarmos que o IPA representa 60% do IGP-M, a soja respondeu por quase um terço do aumento de julho", afirmou Quadros. Até julho, a soja em grão acumula alta de 62,63% no ano, maior nível para o período desde o lançamento do Plano Real em 1994. O aumento de 14,89% da soja em julho foi a maior variação mensal desde outubro de 2002. Para o economista, a seca nos Estados Unidos provocou repasses de preços da soja no mercado internacional. O mesmo ocorreu com o milho, que também sofre com problemas climáticos e apresentou alta de 6,74% no IPA em julho ante queda de 3,95% em junho. Quadros lembrou ainda que a quebra de safra levou reflexos a commodities usadas em substituição aos grãos afetados, como é o caso do trigo. "O pão francês já começou a subir", acrescentou o especialista, como exemplo de reflexo das commodities internacionais para o consumidor. O pão francês acelerou de 0,42% em junho para 1,95% em julho. O trigo, até julho, acumula alta de 8,96%.


Fonte:   http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=305&Caderno=0&Noticia=449062

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Abecip reduz projeção de alta do crédito imobiliário


Agência Estado

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) diminuiu em 7,7% a estimativa de crescimento do crédito imobiliário em 2012. Com isso, a entidade espera que o volume de financiamentos chegue a R$ 95,9 bilhões até o fim do ano, ante previsão anterior de R$ 103,9 bilhões. De acordo com a nova estimativa, o crédito imobiliário em 2012 deve ter uma alta de 20% em relação a 2011, quando o volume de financiamentos chegou a R$ 79,9 bilhões.

O presidente da Abecip, Octávio de Lazari Junior, lembrou que, desde o início do ano, houve queda nas expectativas de crescimento da economia brasileira para 2012. Segundo dados do boletim Focus, do Banco Central, a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) em janeiro era de 3,3%, caindo para 1,9% em julho.

Previsão de melhora no crédito no segundo semestre

Lazari atribuiu a desaceleração no volume de financiamentos imobiliários ao longo de 2012 ao menor crescimento da economia brasileira, associado à redução no total de novos empreendimentos lançados pelas incorporadoras ao longo do primeiro semestre. "As incorporadoras se voltaram para si mesmas e concluíram que não poderiam crescer no mesmo ritmo. Os últimos balanços mostram que elas foram penalizadas", disse.

Nos últimos 12 meses encerrados em junho, segundo a Abecip, o volume de financiamentos chegou a R$ 79,954 bilhões, equivalente a um avanço de 15,3%. Os dados acumulados dos últimos 12 meses mostram que os financiamentos passam por uma desaceleração desde o início de 2012. Em janeiro, a alta acumulada em 12 meses foi de 39,6%, passando para 31,0% em março e 20,1% em maio.

Já para a segunda metade do ano, Lazari acredita que o crédito imobiliário deve apresentar uma melhora, com boa parte do volume de lançamentos de projetos das incorporadoras concentrado nesse período. "Vamos acompanhar os próximos lançamentos. O segundo semestre deve ser melhor", disse.

Lazari avaliou que o ciclo de redução das taxas de juros já foi sentido no setor, com forte queda dos juros dos financiamentos concedidos pelos bancos públicos - Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Questionado, ele acredita que os bancos privados também já têm condições de baixar os juros. "Na prática, isso já está acontecendo. Nos últimos seis meses, houve redução", ponderou, estimando a possibilidade de novas quedas nas taxas das instituições privadas. "O comprador de imóveis faz um comparativo entre as taxas e mostra disposição em negociar", disse.


Estoque de crédito cresce 1,5% em junho



Agência Estado

O estoque das operações de crédito do sistema financeiro cresceu 1,5% em junho na comparação com maio, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC). Com a evolução, o estoque das operações alcançou R$ 2,167 trilhões no fim do mês passado. No acumulado do trimestre, a carteira cresceu 4,5%, e nos seis primeiros meses do ano, o aumento foi de 6,8%. Em 12 meses até junho de 2012, o total de operações de crédito registrou expansão de 17,9%.

Segundo o BC, entre as operações que mais cresceram no mês passado, estão os créditos para governos estaduais e municipais, que aumentaram 3,1% em um mês, para R$ 43,498 bilhões, e o financiamento para a habitação, que avançou 2,8%, para R$ 235,443 bilhões.

O BC informou ainda que o total das operações de crédito em relação ao PIB atingiu em junho 50,6%, maior que os 50,1% observados em maio.

Inadimplência

A inadimplência nas operações de crédito caiu em junho para 5,8%. O patamar é inferior à taxa de 5,9% registrada em maio e idêntica à observada nos meses de fevereiro e abril. O recuo dos atrasos superiores a 90 dias nos financiamentos aconteceu tanto para os consumidores quanto nos empréstimos para as empresas.

Na média, a inadimplência na pessoa física caiu de 7,9% em maio para 7,8% em junho. Entre as várias operações desse segmento, houve queda do indicador em aquisição de veículos, cuja taxa de inadimplência caiu de 6,1% para 6,0%, no período. Entre as outras linhas apresentadas no relatório do BC, não houve queda. No cheque especial, a inadimplência subiu de 11,3% para 11,6%; na aquisição de outros bens, o calote cresceu de 13,9% para 14,1% e, no crédito pessoal, a taxa ficou estável em 5,7%. Na pessoa jurídica, a inadimplência média no crédito livre, oscilou de 4,1% em maio para 4,0% em junho, retornando ao patamar de janeiro de 2012.

Veículos

O total das operações de crédito para compra de veículos entre as pessoas físicas voltou a crescer com mais força em junho e aumentou 1,4% no mês passado ante maio. O total da carteira de crédito pessoa física do segmento automotivo atingiu R$ 202,740 bilhões no fim do mês passado. No ano, o montante cresceu 0,9%, e acumula expansão de 4,3% em 12 meses até junho.

Por segmento, a expansão das operações aconteceu exclusivamente nos financiamentos conhecidos como CDC, cujo montante cresceu 2,1% no mês passado. Já as operações de arrendamento mercantil, o leasing, tiveram contração de 4,5%.

O BC informou também que o total de financiamentos para as pessoas físicas no segmento habitacional avançou 2,8% em junho ante maio e alcançou R$ 235,443 bilhões. No ano, essa carteira cresceu 17,4% e acumula alta de 40,6% em 12 meses até junho.

Média diária

A média diária de novos empréstimos concedidos pelo sistema financeiro às empresas e aos consumidores cresceu com força no mês passado. Dados do BC mostram que na média esse valor cresceu 6% em junho ante maio e alcançou R$ 10,044 bilhões no mês passado. Na comparação com junho de 2011, o valor é 12,4% maior.

Segundo o BC, os empréstimos para pessoas físicas lideraram a expansão das operações do mês passado, com média diária 6,4% maior que em maio. Com esse desempenho, bancos e financeiras emprestaram média de R$ 4,002 bilhões a cada dia de junho às pessoas físicas.

Nas operações para empresas, a média diária de novas concessões cresceu 5,7% ante maio e atingiu R$ 6,042 bilhões.

Juro médio

O BC também informou que o juro médio do crédito livre ficou em 31,1% em junho, ante 32,9% em maio. Foi o quarto mês seguido de redução da taxa na comparação com o mês anterior. Em fevereiro, o juro médio estava em 38,1%. A taxa média do crédito livre para pessoa física recuou de 38,8% em maio para 36,5% em junho e, no ano até junho, acumula uma queda 7,3 pontos porcentuais.

Já a taxa média do crédito livre para pessoa jurídica recuou de 25% em maio para 23,8% em junho e, no ano até junho, acumula baixa de 4,4 pontos porcentuais.

A queda dos juros no mês passado foi influenciada principalmente pela redução do spread bancário. O spread médio do crédito livre em geral caiu de 24,7 pontos porcentuais em maio para 23,2 pontos porcentuais em junho. No ano até junho, a queda é de 3,7 pontos porcentuais.

O spread para pessoa física caiu de 30,5 pontos porcentuais em maio para 28,5 pontos porcentuais em junho. Já o spread para pessoa jurídica caiu de 16,8 pontos porcentuais em maio para 15,9 pontos porcentuais em junho. No ano até junho, o spread para pessoa física recuou 5,2 pontos porcentuais e para a pessoa jurídica caiu 2,0 pontos porcentuais.

O recuo do spread médio geral no crédito livre no final do segundo trimestre de 2012 em relação ao verificado no final do primeiro trimestre, em março deste ano, foi de 4,8 pontos porcentuais. A queda mais significativa foi registrada nas operações para pessoa física, com o spread declinando 6,6 pontos porcentuais na mesma base de comparação. Para pessoa jurídica, o spread no mesmo período caiu 2,5 pontos porcentuais.


Maior endividamento das famílias está relacionado ao aumento do crédito imobiliário



Agência Brasil


O aumento do endividamento das famílias é devido "em boa parte à expansão dos financiamentos habitacionais", avaliou hoje (26) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel.

De acordo com Maciel, em janeiro de 2009, o volume total das dívidas das famílias em relação a um ano de renda correspondia a 32,15%. Em abril deste ano, o percentual ficou em 43,3%. Ao ser retirado desse cálculo, o endividamento das famílias com o financiamento habitacional passou de 27,2%, em janeiro de 2009, para 31,2%, em abril de 2012.

"Isso é uma evidência de que grande parte do crescimento do endividamento decorre da expansão do crédito imobiliário que é algo positivo. As famílias estão constituindo patrimônio, tendo melhoria de qualidade de vida", destacou Maciel.

Maciel argumentou ainda que a expansão do crédito no país vem acompanhada do crescimento da renda das famílias. "Tem um aumento expressivo de emprego e também melhoria de salários. O crédito cresceu porque a capacidade de pagamento das famílias permitiu isso", acrescentou.
De acordo com Maciel, o comprometimento da renda mensal das famílias com o pagamento de dívidas com o sistema financeiro "tem mostrado estabilidade desde o primeiro semestre do ano passado". Em janeiro de 2010, o percentual era 19,7%. No mesmo mês do ano passado, chegou a 19,8% e subiu para cerca de 22% em agosto do ano passado. Em abril de 2012, esse percentual ficou em 22,1%.

A redução no valor que as pessoas precisam desembolsar, por mês, para pagar as dívidas ocorre porque os prazos para pagamento estão maiores, influência do crescimento do financiamento habitacional. Com os prazos maiores, as parcelas dos financiamentos também ficam menores. Outro fator, continuou Maciel, para a diminuição do comprometimento da renda é a redução das taxas de juros.


Financiamento imobiliário fica estável no primeiro semestre no país



Agência Estado

ANTONIO PAZ/JC
Volume total de imóveis financiados diminuiu
Volume total de imóveis financiados diminuiu
 
 
O montante de recursos destinados para financiamento imobiliário no país ficou praticamente estável no primeiro semestre deste ano, enquanto o volume total de imóveis financiados diminuiu, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (26) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

O financiamento imobiliário com recursos da poupança mostrou uma leve variação positiva de 0,1% no primeiro semestre de 2012 em comparação com igual período de 2011. No período, o montante de empréstimos atingiu R$ 37,043 bilhões, praticamente estável em comparação com os R$ 37,005 bilhões movimentados no período anterior.

Em junho, o volume financiado foi de R$ 7,416 bilhões, queda de 4,6% em comparação com igual mês do ano passado.

Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o volume de financiamentos chegou a R$ 79,954 bilhões, equivalente a um avanço de 15,3% ante o período anterior. Os dados acumulados dos últimos 12 meses mostram que os financiamentos passam por uma desaceleração desde o início de 2012. Em janeiro, a alta acumulada em 12 meses foi de 39,6%, passando para 31,0% em março e 20,1% em maio.

Unidades - De acordo com a Abecip, o número de unidades financiadas apresentou queda de 9,3% no primeiro semestre de 2012 ante o primeiro semestre de 2011. Entre janeiro e junho, foram financiados 214,3 mil imóveis, ante 236,4 mil nos primeiros seis meses do ano passado.

Em junho, o número de imóveis financiados caiu 9,9% em relação ao mesmo mês de 2011, atingindo 41,8 mil unidades. No acumulado dos últimos 12 meses, o total de unidades financiadas ficou praticamente estável, em 470,7 mil.

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

TECNOLOGIA DE CINEMA 5D


A Neorama, responsável pelo primeiro tapume 3D para o mercado imobiliário, agora leva a interação para os plantões de venda. Com a nova tecnologia, nomeada de Cinema 5D, os visitantes poderão vivenciar o empreendimento em escala real. O que antes estava na tela de TV ou na maquete agora será um momento de experimentação com a união do filme 3D estéreo em projeções mapeadas de 180º e 360º. Decoração, funcionalidade de instalações e detalhes da edificação, tudo em escala real. A Neorama atua na gestão de imagem de empreendimentos, aliada a produção, filmes e cenários digitais. Com escritórios no Brasil e nos EUA, a empresa tem trabalhos em San Francisco (EUA), Dubai e Abu Dhabi (Emirados Árabes) e São Paulo, Florianópolis e Porto Alegre. Mais em www.neorama.com.

WORKSHOP: ENERGIA E INFORMAÇÃO


"Construindo o Sucesso Juntos" é o workshop gratuito que o Grupo Legrand promove no dia 15 de agosto, no Novotel Porto Alegre Aeroporto, em Porto Alegre. O evento permitirá a engenheiros, projetistas, arquitetos, designers de interiores, decoradores, construtoras, instaladoras, empresas de serviços e conservação de energia conhecerem as inovações da empresa. A série de workshops acontece até o final do ano para apresentar soluções em distribuição de energia e em redes de informações, apresentando-as em situações do dia a dia.



INSCRIÇÕES GRATUITAS



Os eventos serão realizados em duas partes: pela manhã, uma abordagem voltada para os setores residencial, industrial e terciário; no período da tarde, o conteúdo será mais técnico e se aprofundará na capacitação e em temas como Sistemas de Segurança com Câmeras IP, Instalações Seguras com Painéis Totalmente Testados e Aprovados TTA, Sistema de Gerenciamento de Iluminação e a linha LCS², considerada uma revolução em cabeamento estruturado. Os interessados devem agendar participação pelo telefone (51) 3346-8806 ou pelo e-mail portoalegre@lorenzetti-eletric.com.br.


Locação apresenta novo perfil



apartamentos: prédios sem vaga de estacionamento ficaram mais baratos<br /><b>Crédito: </b> cp memória
apartamentos: prédios sem vaga de estacionamento ficaram mais baratos
Crédito: cp memória
A crise financeira também tem afetado o segmento de aluguéis em Porto Alegre. Um dos casos que passaram a ser comuns nas imobiliárias é o aluguel de apartamentos grandes para vários moradores, em formato de "república". Segundo o sócio da imobiliária Deville Roberto Barros, este perfil é visto, principalmente, em relação aos jovens e estudantes. "Antes, cada um acabava tendo o seu próprio imóvel, sendo custeado com o apoio dos familiares. Com a retração da economia, muitos preferem compartilhar um imóvel maior e dividir os seus custos", explica.

Outro caso é o nível de endividamento da população, que impede o aluguel de imóveis maiores. "Com a renda comprometida, muitas famílias recuam no momento de trocar a residência para um imóvel maior ou mesmo os jovens estão optando por, neste momento, permanecer na casa dos pais", destaca Barros. O aluguel por temporada e por empresas também passou a ser mais frequente. Assim, ao invés de hospedar funcionários temporários em hotéis isoladamente, algumas empresas passaram a alugar apartamentos maiores e hospedar três ou quatro trabalhadores por períodos específicos.

No momento da locação, um dos itens que tem se tornado um diferencial e cada vez mais decisivo é a garagem. "Apartamentos sem vaga de estacionamento passaram a ter os preços reduzidos consideravelmente, uma vez que o custo em alugar um box fora do prédio precisa ser considerado", explica Barros.

Em relação à localização na cidade, o bairro Centro segue sendo o preferencial no momento da escolha. Além disso, no caso de estudantes, há grande procura ainda pelos localizados próximos aos campi universitários. A tendência também é de que haja uma redução no valor dos aluguéis, que, assim como os imóveis de venda, tiveram os preços reajustados consideravelmente nos últimos anos.


Resultados positivos e otimismo



O diretor da imobiliária A3, Jacques Scherer, considera que o aumento dos preços colabora para o posicionamento de cautela do cliente. "O usuário quer comprar para morar e não como investimento. É uma característica da nossa região e que está mais acentuada neste momento", cita. Scherer destaca que a média de preços dos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida, destinados às famílias com menor poder aquisitivo, basicamente dobrou em três anos, com unidades passando de R$ 70 mil, em 2010, para R$ 150 mil, atualmente.


Apesar da visão pessimista de muitas imobiliárias de Porto Alegre, a Guarida conseguiu obter um desempenho favorável no primeiro semestre do ano em relação às vendas de imóveis. De janeiro a junho, o crescimento registrado pela empresa foi de 40% em relação ao mesmo período de 2011. Segundo o gerente-geral de vendas da Guarida, Diego Godoy, a perspectiva também é otimista, sendo que a projeção é de que o resultado positivo venha a se repetir no segundo semestre.



Entre os fatores que considera importante, está a abertura de franquias na Capital, a partir do final do ano passado. Isso permitiu maior presença da empresa no mercado como um todo e, ao mesmo tempo, maior volume de produtos para oferta. "A carteira de imóveis passou a ficar mais diversificada e interessante, além de estar mais presente", diz Godoy. A previsão é que novas unidades sejam abertas ainda neste ano.



Associado a isso, o gerente-geral destaca que o consumidor está tendo um cuidado maior no momento de adquirir um imóvel. "Ele está cada vez mais detalhista, principalmente, em função da facilidade de acesso às informações. Muitas vezes, está tão bem informado quanto o consultor", destaca.

Em relação à venda dos projetos, Godoy reconhece que houve uma retração dos produtos na planta. Para ele, isso se deve a uma certa onda de incerteza no mercado da construção civil. "Movimentações externas, como greves de alguns profissionais, pequenos atrasos na entregas de projetos fazem com que o cliente esteja mais receoso ou retraído no momento de fechar um negócio dentro deste perfil", avalia Godoy.


Medidas econômicas: vendas aquecidas



efeito elástico: valores dos imóveis em Porto Alegre vêm aumentando de 25% a 30% ao ano<br /><b>Crédito: </b> Pedro revillion
efeito elástico: valores dos imóveis em Porto Alegre vêm aumentando de 25% a 30% ao ano
Crédito: Pedro revillion
Com um começo de ano promissor, a venda de imóveis na imobiliária A3 estagnou nos dois últimos meses do primeiro semestre de 2012. Um dos motivos apontados pela direção é a crise econômica internacional. Entretanto, a proximidade das eleições e a expectativa do anúncio de medidas que acelerem a economia devem movimentar o mercado imobiliário neste segundo semestre.

Para o diretor da A3 Jacques Scherer, a guerra contra os juros declarada no início do ano pela presidente Dilma Rousseff e a redução de impostos tornaram os primeiros quatro meses do ano extremamente promissores em termos de venda de imóveis. Entretanto, em meados de maio a imobiliária já registrava queda na comercialização. "Houve uma redução na velocidade das vendas. Estamos atendendo menos pessoas, mas isto é reflexo de uma série de fatores", aponta Scherer. O principal, na opinião do diretor, é o atual cenário internacional, a crise econômica, que mexeu com mercados dos Estados Unidos, Europa e China.

O preço dos imóveis também é citado pelo empresário como um dos vilões da queda nas vendas. Segundo ele, a partir dos governos de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma, vem ocorrendo o que se chama de efeito elástico nos valores dos imóveis, que aumentaram de 25% a 30% ao ano. "Então, em três anos registramos um aumento de 100% nos imóveis, enquanto que o salário aumentou o quê? 30%? Ou seja, o bolso não acompanha esse aumento; o poder aquisitivo das pessoas está no limite", contesta.

Além desses fatores, Scherer cita ainda a demanda reprimida, o inverno (época em que as vendas sempre caem), as férias, que também influenciam no resultado das vendas no semestre. "Tínhamos uma expectativa de 30% a 35% de aumento em relação ao primeiro semestre de 2011, mas o percentual ficou em 15%", indica.

Em termos de locação de imóveis, o empresário explica que o termômetro é sempre o mesmo: quando a venda vai bem, os aluguéis caem. "Atualmente, existe uma oferta expressiva no mercado, mas a demanda é baixa", relata Scherer. Os motivos, segundo ele, são basicamente os mesmos da venda. Além disso, as exigências como fiador, renda três vezes superior ao valor do aluguel, entre outras, sempre dificultam o processo. "Nesse caso também tivemos um aumento de preços nos últimos três anos. Em 2010, alugávamos um apartamento de um dormitório por R$ 600 ou R$ 700. Hoje, o mesmo imóvel custa entre R$ 1200 e R$ 1500", exemplifica.

A expectativa é que haja uma modificação neste cenário ainda neste segundo semestre em função das eleições, de acordo com o empresário. "É um período em que o governo sempre anuncia medidas de aceleração da economia. Deve haver uma acomodação nos preços. Isto traz bons negócios para o mercado imobiliário", frisa. Para ele, isto vem motivando construtoras a adiar o lançamento de grandes projetos no mercado. "Estão apostando num melhor desempenho das vendas a partir do período eleitoral", finaliza Scherer.


Mão de obra reduz alta da construção



Aumentos menores na mão de obra da construção civil em julho puxaram a desaceleração da alta do Índice Nacional de Custo da Construção - 10 (INCC-10) neste mês, para 0,84%, de +1,67% em junho. Dentro do indicador, o índice que representa o custo da mão de obra subiu 1,17% em julho, após ter registrado aumento de 3,03% em junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Já o índice relativo a material, equipamentos e serviços acelerou o ritmo de alta, com um avanço de 0,50%, após uma taxa de 0,27%, na mesma base de comparação. Por outro lado, houve deflação nos produtos de fibrocimento (-0,97%), argamassa (-0,24%), entre outros.


À espera do semestre



<br /><b>Crédito: </b> Pedro Revillion

Crédito: Pedro Revillion
Como efeito da instabilidade financeira internacional, o mercado imobiliário de Porto Alegre apresentou um primeiro semestre abaixo das expectativas, mas a previsão para a segunda metade do ano é otimista. Esta é a avaliação do vice-presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais (Secovi/RS), Gilberto Cabeda. Mesmo que a maioria das empresas não esteja tendo os lucros esperados e muitas estejam tendo que rever os programas de planejamento, Cabeda acredita que o impacto é importante para o mercado.

"Em função do bom desempenho do setor em 2010, houve um aumento descontrolado em relação aos valores dos imóveis e de todo o processo de construção, como materiais e mão de obra. Agora, é a hora de retrair", afirma. Cabeda ressalta que com este ritmo associado às características econômicas do país e do mundo, a tendência é que pelo menos até o final do ano o mercado imobiliário se manterá estável.

Um reflexo disso, observa, é a quantidade de imóveis disponíveis, o que deverá fazer com que a concorrência entre as empresas e a exigência do consumidor aumentem. "Não há previsão de crescimento do mercado a curto prazo", sentencia. Um dos fatores que têm auxiliado para a desaceleração é a falta de demanda. Isso significa que o comprador, depois de um período de facilidades, com os auxílios do governo federal, está mais cauteloso no momento da compra.

De acordo com o diretor da imobiliária A3, Jacques Scherer, as medidas de incentivo do governo, como a ampliação no prazo de financiamento e redução nas taxas, deram fôlego ao segmento nos meses de março e abril, porém, depois disso, o segmento não sofreu alterações. "Agora, podemos dizer que o mercado está andando a uma velocidade muito lenta, e a tendência é de que isso se mantenha no segundo semestre", prevê Scherer, citando o fato de muitas construtoras estarem revendo os planejamentos para o ano.


sexta-feira, 20 de julho de 2012

CHÁCARA DAS NASCENTES






- Casa sem varanda (96,66 m² + pátio): R$ 315.000,00 a R$ 320.000,00
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Obs: Temos também as casas unificadas. 











Você já pode fazer as pré-reservas, sendo que estas serão numeradas e definirão a ordem de escolha de unidades. 














- Pasta Básica - Ficha cadastral, RG, CPF e comprovante de endereço = R$ 250,00 no fechamento do negócio*

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Flávio Azevedo
Consultor Imobiliário
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flavioazevedo@vendasbb.com.br

Estações de bicicleta



O Diário Oficial publicou edital para empresas interessadas em oferecer equipamentos para as estações de aluguel de bicicletas que serão implantadas na cidade. Segundo o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappelari, haverá cerca de 250 bicicletas em 30 estações na Capital. As empresas têm 30 dias para apresentar propostas técnicas.


Fonte:  http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=294&Caderno=0&Noticia=445581

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tecnologia no 1 prédio ecológico da América Latina

- A tecnologia da argamassa vem sendo pesquisada desde 1982, mas somente em 2011 passou a ser utilizada em grande escala. De acordo com Michael Silva, a aceitação do produto no Rio Grande do Sul cresce a cada dia. Integrante do Programa EcoCommercial Building, em parceria com a BayerMaterialScience, a FCC estará fornecendo sua argamassa polimérica para o primeiro prédio comercial ecológico da América Latina. O empreendimento ficará às margens do rio Pinheiros, em São Paulo (SP), e deverá ser entregue no primeiro trimestre de 2013.

- O Programa EcoCommercial Building consiste em uma rede de parceiros integrada para a construção de edifícios sustentáveis. O lançamento mundial foi em 2009 e já tem quatro edifícios construídos, na Alemanha, na Bélgica, nos Estados Unidos e na Índia. No Brasil, apenas 1% das construções são baseadas em conceitos de sustentabilidade. A expectativa é de que eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que colocarão o país em primeiro plano na visão do mundo, contribuam para aumentar o interesse do segmento na área da sustentabilidade.


Assentamento rápido sem argamassa

TECNOLOGIA: resultado da evolução deum produto desenvolvido para colagem de revestimentos cerâmicos
Crédito: FCC / DIVULGAÇÃO / CP

Ecológica, econômica, resistente e rápida. Assim é a argamassa polimérica Dundun, fabricada pela FCC, de Campo Bom (RS). O produto tem como principal característica a não utilização de cimento e areia em sua composição. A argamassa polimérica é utilizada no assentamento de tijolos ou blocos na construção de paredes. Embora menos tradicional do que a argamassa cimentícia, o produto apresenta vantagens e já é utilizada em grande escala em todo o território nacional. Uma tecnologia gaúcha que já garantiu presença no primeiro prédio ecológico da América Latina.

A massa DunDun é uma tecnologia que a FCC já vem aperfeiçoando desde 1982, surgida da evolução de um produto inicialmente desenvolvido para a colagem de revestimentos cerâmicos. "A formulação do material incorpora nanotecnologia e uma tecnologia exclusiva, desenvolvida em conjunto com parceiros tecnológicos na Alemanha", explicou o gerente de vendas da empresa, Michael Santos. Segundo ele, as principais vantagens da argamassa para a convencional é a sua resistência estrutural, velocidade de assentamento (até três vezes mais rápida), menor custo por metro quadrado de parede. "Enquanto usamos de 30 a 50 quilos por metro quadrado quando usamos a argamassa normal, com a polimérica vamos usar 1,5 quilo. Ou seja, é uma redução enorme", compara. O produto é comercializado em embalagens de 3, 5 e 15 kg, já vem pronto para o uso e não necessita nem mesmo água.

Santos cita ainda como vantagens a não utilização de tela e grampos na ancoragem de tijolos e blocos em pilares de concreto, o fato de não gerar desperdício, nem sujeira, a economia no reboco, além da questão ambiental. A massa Dundun é mais ecológica que a argamassa convencional por não conter cimento e nem areia. "A fabricação de 1 kg de cimento emite mais de 600 gramas de CO2 na atmosfera", explica o gerente da FCC. Estas emissões se dão devido ao processo de descarbonificação das matérias-primas e devido ao consumo de energia necessário para chegar a temperaturas de 1.450ºC para o processo de fabricação. A indústria de cimento em todo o mundo responde por aproximadamente 5% do total de CO2 emitido pelo homem. A não utilização da areia é um outro fator importantíssimo para a proteção do meio ambiente. "Isto diminui a retirada deste material dos leitos de rios. É uma proteção aos nossos mananciais", conclui Santos.


Formas plásticas garantem agilidade e aproveitamento Formas plásticas garantem agilidade e aproveitamento

 

MÃO DE OBRA: sem exigência de trabalhador especializado, sistema é de fácil aplicação e torna-se mais econômico, além de não gerar resíduos. Peças quebradas podem ser reutilizadas
Crédito: METRO MODULAR / DIVULGAÇÃO / CP


De acordo com o gerente de planejamento da Metro Modular Edenilson Rivabene a mesma forma pode ser utilizada na construção de uma ou outra parede, ou de uma casa ao lado. É por isto que o sistema permite a construção em grande escala. "Como as formas são produzidas com resinas plásticas, elas podem ser utilizadas inúmeras vezes em outras construções, adequando-se a diferentes projetos, tendo suas dimensões alteradas e moduladas para qualquer medida", explica Rivabene. A rapidez do processo é outra vantagem, porque, enquanto uma equipe trabalha nas paredes, uma outra turma está cuidando do telhado, do forro, do piso, da pintura, enfim, do acabamento, o que garante a agilidade na montagem da construção.

O aspecto econômico da utilização deste sistema fica por conta da não exigência de mão de obra especializada. Cada obra tem um mestre e responsável, a pessoa que vai conferir o nivelamento de esquadrias, instalações elétricas, hidráulica, fazer as conferências. "Fora este profissional, a equipe é composta por ajudantes, pessoas devidamente treinadas, mas que não necessitam de conhecimento de obra", destaca Rivabene. Conforme ele, em Pelotas, por exemplo, pessoas da comunidade e muitas mulheres, se apresentaram para o trabalho. "É também uma função social, são pessoas que necessitam aumentar a renda familiar, que estão desempregadas e que encontram ali a possibilidade de um ganho a mais", salienta o gerente de planejamento.

A utilização deste sistema garante ainda uma obra limpa, sem resíduos ou os tradicionais entulhos que estamos acostumados a ver. "As formas são preenchidas por um caminhão de concreto em sua exata medida. Ou seja, não existem resíduos nesse processo", explica o gerente da Metro. Então, as tradicionais caçambas com entulhos, cerâmicas, restos de material, comuns nas obras tradicionais, não são necessárias quando utilizado o sistema de formas plásticas. "Também não descartamos nada. Peças que por ventura se quebram, são imediatamente reaproveitadas. Não existe nada de lixo", complementa.

O sistema desenvolvido pela Metro Modular é fornecido por meio de locação ou venda. A empresa interessada envia o projeto para a Metro Modular e após a negociação a forma é modulada de acordo com a preferência do cliente. A opção de locação permite que o sistema seja utilizado por pequenos investidores que pretendem executar a partir de quatro casas. Existe uma grande procura em todo o país, e o Rio Grande do Sul também vem aumentando a procura pelo sistema. "Tivemos grande demanda em Pernambuco, logo após as enchentes, quando uma grande quantidade de pessoas ficou sem casa e sem emprego. Nosso sistema permite a construção de vários prédios em pouco tempo", reforça.


Velocidade de venda de novos é de 7,59%

A taxa de velocidade de vendas (relação das vendas sobre as ofertas) de imóveis novos em Porto Alegre foi de 7,59% em maio, inferior ao registrado em abril, quando atingiu a 11,71%, segundo apurou a Pesquisa do Mercado Imobiliário elaborada pelo Sinduscon/RS. Já a taxa média 12 meses de velocidade de vendas em maio passado atingiu a 8,57%, resultado inferior ao dos 12 meses fechados em maio/11. Em termos acumulados, de junho/11 a maio/12, foram negociadas 4.422 unidades, uma queda de 6,59% comparativamente aos 12 meses imediatamente anteriores, (junho/10 a maio/11), quando foram negociadas 4.734 unidades.


Flores e folhagens renovam ambientes internos

 

ESPÉCIES: dracenas e chenoderas precisam de pouca luz
Crédito: FABIANO DO AMARAL

As opções oferecidas pelo mercado para a decoração de interiores são tantas e tão modernas que às vezes as coisas simples e naturais, como as plantas, são esquecidas, mas nem sempre! Há quem invista em belos jardins e traga muito verde para dentro de casa, como é o caso de um apartamento do condomínio Reserva Schiavon, no bairro Bela Vista, em Porto Alegre, decorado pela arquiteta Gabriela Ordahy, que criou na sacada fechada do imóvel um lugar especial para o relaxamento e, claro, com vários vasos com folhagens, entre elas, as duráveis e belas bromélias, que segundo ela "são plantas de meia sombra, que fazem a fotossíntese por meio da luminosidade, por isso são ideais para ambientes internos", explica a arquiteta.

Gabriela também utilizou no espaço as dracenas compactas, paus d''água e as chenoderas, entre outras plantas que precisam de pouca luz direta para sobreviverem. Sua fornecedora foi a floricultura Blumengarten.

Alexandre Spolavori, diretor de Vendas da Guarida Imóveis, comenta que muitos dos imóveis comercializados pela empresa buscam esse diferencial, de investir em projetos que utilizam o verde tanto em áreas comuns como internamente, o que agrada bastante os clientes. Segundo ele, sabendo-se aliar as técnicas corretas à criatividade, é possível cultivar jardins em apartamentos. O importante, ressalta ele, é seguir algumas dicas que se referem, principalmente, ao microclima do ambiente e à compatibilidade das espécies de flores e folhagens com a condição do imóvel.

Gabriela, que é parceira da imobiliária para a realização de projetos de decoração de interiores, dá algumas preciosas e úteis dicas para quem deseja ter em casa um pequeno e bonito jardim: escolha plantas que se adaptem a sua rotina e conheça as necessidades de cada uma delas em relação a água, sol e adubação. As flores precisam de muita luz para se desenvolver, enquanto as folhagens são mais indicadas para ambientes internos, com pouca iluminação.

As plantas devem ficar no máximo a 3 metros de distância de uma janela, devido à incidência de luz necessária ao seu desenvolvimento. Se montar o jardim na varanda ou na sacada, analise a estrutura, junto à construtora, para saber até que ponto ela pode suportar o peso dos vasos, terra, plantas e outros elementos envolvidos na instalação e busque as instruções de um paisagista.

Não plante nada diretamente sobre o piso ou laje, para evitar infiltrações e invasão de raízes nos ralos e vãos do concreto. Use vasos e caixas específicas para plantas, que são mais fáceis de transportar e manusear. Se a intenção é dar uma impressão de canteiro natural, plante seu jardim em caixas com bordas baixas e as esconda com pedras ou brita.

O revestimento do ambiente também deve ser pensado, já que folhas e flores costumam cair e podem manchar. Pisos como o porcelanato são resistentes à água e fáceis de limpar. Para quem não tem disponibilidade de fazer obras em casa, uma boa opção são os quadros e painéis vivos, que seguem a tendência do jardim vertical. Plantas como bromélias e orquídeas adaptam-se muito bem a este tipo de plantio, que pode ocupar uma parede, um espaço no corredor ou na sacada do apartamento.

Uma alternativa ainda mais simples é a criação de minijardim, com miniaturas de plantas que formam uma espécie de jardins portáteis. É possível montar arranjos com pequenos cactus, minibromélias, ou então uma pequena horta com temperos e ervas para cozinhar.


Sistemas práticos de construção

 

<br /><b>Crédito: </b> metro modular / divulgação / cp

Crédito: metro modular / divulgação / cp

Velocidade, qualidade e sustentabilidade. Estas são as características de um sistema construtivo desenvolvido na década de 90 e que vem ganhando mais aceitação no país. Este sistema é uma combinação de elementos modulares que formam painéis de qualquer tamanho permitindo maior agilidade na construção civil. São formas plásticas para paredes, vigas e lajes de concreto que possibilitam a construção de casas em um dia, além de maior economia no setor, já que não necessita de mão de obra especializada. O sistema é confeccionado a partir uma resina plástica reciclável que tem elevada resistência mecânica ao impacto, as intempéries e ao manuseio em canteiro de obras.

As formas plásticas podem ser utilizadas em larga escala em obras industriais, comerciais e residenciais. É um sistema de fácil implantação, com processos e etapas bem demarcadas. É como se fosse uma forma de bolo. Depois de ter a base, a fundação pronta, é colocado o recheio. Ou seja, coloca-se a instalação hidráulica, elétrica, as tomadas da parede e espaços das aberturas, que são distribuídos dentro da forma. "É como se montássemos um quebra-cabeças. Primeiro distribuímos todas as peças que estarão na parede. Depois disso, se preenche os espaços vazios da forma, com concreto. Após, entre 12 horas e 16 horas, ela é retirada e temos a parede pronta", explicou Edenilson Rivabene, gerente de planejamento da Metro Modular, empresa que fabrica o produto.


Imóvel dá sustento e não é penhorado

 

A 10 Câmara Cível do TJ/RS determinou que um imóvel comercial não pode ser penhorado em dívida de execução com o sistema bancário. A autora da ação ingressou com processo contra o banco, alegando que o imóvel é bem de família e o aluguel - para uma revendedor de carros - é sua única fonte de sustento. Para a magistrada Liége Puricelli Pires, mesmo sem residir no local, o imóvel é destinado a prover sustento e, portanto, protegido por impenhorabilidade.


Dólar toma rota de queda

Dólar toma rota de queda Pela quarta sessão seguida, moeda americana perde valor e fecha abaixo da marca de R$ 2,03

 Discurso de Bernanke, presidente do Fed, sobre economia dos EUA levou volatilidade ao mercado<br /><b>Crédito: </b>  karen bleier / afp / cp
Discurso de Bernanke, presidente do Fed, sobre economia dos EUA levou volatilidade ao mercado
Crédito: karen bleier / afp / cp

São Paulo - O vaivém das expectativas com o depoimento do presidente do Fed (Banco Central americano), Ben Bernanke, sobre as condições da economia e da política monetária dos Estados Unidos no Comitê de Bancos do Senado refletiu no câmbio do mundo inteiro, inclusive por aqui. O dólar comercial no balcão fechou a R$ 2,027 com perda de 0,44%. A queda no valor da moeda ante o real já ocorre pela quarta vez seguida. O dólar começou a diminuir a cotação na quinta-feira da semana anterior. Com o rompimento para baixo da marca de R$ 2,03, depois de melhoradas as expectativas no exterior e absorvida a saída de dólares, surgiu no mercado a percepção de que se não houver novas notícias ruins do exterior, lentamente a divisa caminhará para encostar na faixa dos R$ 2,00. Se isso se confirmar, devem ser retomadas especulações em torno das atuações do Banco Central.

Ontem, os investidores estavam de olho nos Estados Unidos e operaram na expectativa de que Bernanke sinalizasse a adoção de nova medida de estímulo à atividade. Num segundo momento, mostraram-se decepcionados com a falta de indícios de ações no curto prazo. Por fim, foi retomado um certo otimismo diante da declaração de que o Fed está disposto a agir. A instituição incluiu entre as possibilidades outro programa de compra de bônus, conhecido como relaxamento monetário quantitativo (QE, na sigla em inglês). Entre os riscos para a economia americana, Bernanke destacou tensões relacionadas à crise na Europa e o caminho insustentável da política orçamentária americana. "Em parte, a desaceleração do crescimento na produção e nos investimentos de capital parecem refletir estresses econômicos na Europa, que, junto com o esfriamento da economia de outros parceiros comerciais, está limitando a demanda dos exportadores dos EUA."

Além das notícias do exterior, no mercado doméstico o destaque do dia ficou com o volume de dólares negociado. Na clearing de câmbio da BM&F, no final da tarde, o valor era de 2,9 bilhões. A movimentação foi ampliada por uma operação de saída de recursos pelo segmento financeiro, que, junto com a frustração inicial sobre o discurso de Bernanke, ajudou a levar o dólar à máxima de R$ 2,04 no balcão durante o dia. "Deu para perceber o movimento mais forte pelo cupom cambial (taxa de juros em dólar)", observou um operador. A taxa que estava em 0,93% quase no fim do pregão chegou a bater na máxima de 1,24%, mas fechou o dia em 1,1%.





 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Sinalização turística de pedestres



Placas no Centro Histórico<br /><b>Crédito: </b> VINÍCIUS RORATTO
Placas no Centro Histórico
Crédito: VINÍCIUS RORATTO
O Centro Histórico de Porto Alegre começou a receber ontem as placas do projeto de Sinalização Turística para Pedestres. A Secretaria Municipal de Turismo realizou a instalação de dois equipamentos na avenida Mauá, em frente à Usina do Gasômetro, e dois na Rua dos Andradas, próximo aos números 400 e 600. Conforme o secretário municipal de Turismo, Raul Mendes da Rocha, o novo sistema tem o objetivo de orientar moradores e visitantes da Capital. "A ideia é mostrar os atrativos culturais em roteiro a pé pela região que concentra mais de 80% do patrimônio histórico da cidade."

Segundo a coordenadora de projetos da secretaria, Maria Helena Müller, as placas instaladas na Mauá indicam a direção da Usina e do atracadouro dos barcos de passeio no Guaíba e da Praça da Alfândega. As da Rua dos Andradas orientam os pedestres a chegar no Museu do Trabalho e nas praças Brigadeiro Sampaio e da Alfândega. No total, serão instaladas 140 placas que darão informações sobre 51 pontos turísticos da cidade.